UFPR – Abre 40 vagas em formação sobre a presença negra no Paraná

Formação sobre a presença negra no Paraná

O Museu de Territórios Afroparanaenses da Universidade Federal do Paraná (Mafro-UFPR) está com inscrições abertas para a formação intitulada “Mafro vai às Ruas: marcas da presença negra na história do Paraná”. O curso, que é presencial, tem como objetivo central orientar profissionais do turismo e o público geral na criação de roteiros que reconheçam e valorizem o papel da população negra na construção de Curitiba e de todo o estado.

As ministrantes do projeto são a professora Megg Rayara, pró-reitora de ações afirmativas e equidade da UFPR, e a mestranda em educação Amanda Prado. A iniciativa busca combater o silenciamento histórico, indo além das narrativas escravistas e destacando as contribuições negras nas áreas cultural, artística e da engenharia.

Estrutura do curso e agenda

O curso possui uma carga horária de 12 horas e é dividido em quatro módulos teóricos. No Módulo IV, os participantes realizarão um percurso presencial por pontos estratégicos de Curitiba, aprofundando o contato com trajetórias de personalidades negras e dados históricos locais.

Os encontros acontecerão na Sala 232A do Campus Rebouças (Av. Sete de Setembro, 2645), nas seguintes datas:

  • 17, 24 e 31 de outubro;
  • 07 de novembro.

As atividades ocorrem sempre das 09h às 12h e oferecem certificação aos participantes ao final da carga horária. Ao todo, são disponibilizadas 40 vagas. As inscrições devem ser realizadas via formulário eletrônico disponível no site oficial do Mafro.

Expansão do Mafro

Inaugurado em 2026, o Mafro atua na pesquisa e difusão da memória quilombola e negra no Paraná. Com o sucesso de ações como o projeto “Mafro vai à escola”, o museu planeja expandir suas atividades em 2027 para cidades como Paranaguá e Antonina, consolidando-se como um espaço de resistência e promoção da equidade racial.

Esta formação é mais um passo importante para retirar a história negra dos espaços restritos da academia e inseri-la de forma viva no cotidiano e no turismo regional.

Para mais informações, acesse a matéria original.

Notícia original

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *